Texto Bíblico: 1Co.13.4.7: “4  O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 5  Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6  Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7  Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.

Cada indivíduo é distinto, não existem pessoas semelhantes em todos os aspectos. Ao assumir o casamento, os jovens precisam entender que seu cônjuge é diferente dele. E precisam aprender a aceitarem-se sem exigências, críticas, ataques, recriminações, armas que só trarão destruição.
Cecil Osborne, em seu livro “A arte de compreender o cônjuge” diz:
– Não posso mudar ninguém por ação direta.
– Só posso mudar a mim mesmo.
– Quando eu mudo, os outros tendem a mudar em relação a mim.

Quando entendemos que “Só podemos mudar a nós mesmos”, uma nova perspectiva surge em nossas vidas e no nosso casamento. Precisamos aceitar essa verdade, devemos satisfazer às necessidades dos outros, ao invés de esperarmos que satisfaçam às nossas. Muitas vezes sua esposa está com acúmulo de afazeres antes da reunião; dando banho em duas ou três crianças, fazendo lanche e ainda tendo de se arrumar, e muitos ficam apenas lembrando-lhe que já está atrasada, isso e aquilo, sendo que sua esposa necessita é de compreensão e ajuda. E essa, se não for ajudada, tornar-se-á amargurada, e cada dia mais fechada para com seu marido.

Só conseguiremos mudanças em alguém, se nós mesmos estivermos dispostos a mudar.

Para meditação: No verso 11 do mesmo capítulo acima Paulo diz: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”
“É necessário deixar para trás as meninices!”

Deus o abençoe

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